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O bem de um desafio

O juiz Djangão e o comentarista de rodeio Vurpa

O “bem” de um desafio. Por: *Giane Capato, é diretora artística de TV e editora de texto e imagem, mãe, cozinheira e pesquisadora. Assessoria de Imprensa.

Pioneiro ao trazer nos anos 80 para o Brasil a modalidade touro e bareback, Djangão não se apresentava nas arenas como competidor há mais de 25 anos... ( chutei os anos)
Em 1979 Milton Barbosa Santiago, o "Djangão”, vai pela primeira vez aos Estados Unidos fazer curso de montarias e começa a participar dos rodeios da Professional Rodeo Cowboys Association, sendo assim, o primeiro cowboy brasileiro a conseguir a carteira da PRCA.

De volta ao Brasil, Django trouxe consigo acessórios, como a corda americana e o sedém para viabilizar a montaria em touros, comum nos Estados Unidos e ainda não praticada por aqui.
Outra novidade trazida por Django nesta época foi a modalidade bareback. Para os fãs do Rodeio no Brasil, acostumados apenas com o cutiano, o bareback chamou a atenção pelo estilo diferente de montaria . No bareback, o cowboy se segura a uma alça de couro adaptada a um pequeno assento posicionado na cernelha do animal (entre a crina e o dorso) e sua posição durante a montaria é quase horizontal sobre o cavalo. Em oito segundos, ele deve ficar sobre o animal esporeando-o de maneira que elas corram livremente pelo pescoço do cavalo.

Após muitas vitórias, Djangão aposentou as esporas mas não abandonou as arenas. Com a experiência e conhecimento no esporte, tornou-se um dos profissionais mais respeitados no meio country como juiz de rodeio. Convocado pelas maiores festas do Brasil, entre elas, a tradicional Festa do Peão de Novo Horizonte, Djangão foi convidado a participar do Desafio do Bem promovido naquela cidade.

Com toda a renda revertida para a Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Câncer de Barretos, o Desafio do Bem ,uma iniciativa do locutor Gleydson Rodrigues , busca através de nomes consagrados do rodeio e animais não menos famosos , a dupla perfeita para atrair a atenção e ao mesmo tempo angariar fundos para o Hospital. As escolhas dos desafiantes não seguem um critério específico, mas ambos têm seus nomes consagrados nas arenas. A participação do público é através de doações feitas durante os dias da Festa ou nos momentos que antecedem o desafio.

Já contribuíram neste projeto solidário, Amarildo Francisco, Pedro Aragão, Silvano Alves e Tião Procópio. A modalidade proposta para o desafio de Django era o bareback e o animal a ser montado era Guaporé, da Cia Zé Ricardo, de João Palestino (GO), um animal que vinha derrubando muitos pões na ativa durante a temporada de rodeio. Durante 2 meses, Django realizou treinos diários em outros animais para adquirir condicionamento físico.
Como estrela no encerramento da festa de Novo Horizonte, o Desafio do Bem era aguardado num misto de ansiedade e medo. Aberta a porteira do brete, a emoção tomou conta do público e dos profissionais de rodeio que acompanham sua carreira desde o início.

Djangão agüentou os trancos do animal Guaporé por 6,17 segundos. Aplaudido de pé pelo público, ele mostrou naquela noite que, mais que um grande campeão, que ainda mora dentro do seu peito a bravura, o desapego, e que , a solidariedade do homem Django está acima de qualquer vaidade.
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